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3º Simpósio da Pós-Graduação do IFTM recebeu cerca de 160 trabalhos

Evento ocorreu no IFTM Campus Uberaba e reuniu alunos de Pós-Graduação Lato e Stricto Sensu

  • Por IFTM Reitoria
  • Publicado em 12/11/2016 às 13:11
  • Última modificação 12/11/2016 às 13:25
Apresentação de pôsteres no 3° SIMPÓS
Apresentação de pôsteres no 3° SIMPÓS
Crédito: Diretoria de Comunicação Social e Eventos do IFTM

Nos dias 10 e 11 de novembro, o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro (IFTM) promoveu o 3º Simpósio da Pós-Graduação do IFTM – SIMPÓS - no IFTM Campus Uberaba. O evento é resultado de um esforço conjunto dos Programas de Pós-Graduação Stricto sensu e Lato sensu, vinculados à Pró-reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação do IFTM.

O SIMPÓS tem como objetivo motivar a divulgação, socialização e avaliação dos resultados de pesquisas desenvolvidas por docentes e discentes do IFTM. Além disso, proporcionar o debate sobre as abordagens e perspectivas epistemológicas da pesquisa na realidade brasileira.

A abertura do evento ocorreu na última quinta-feira (10) às 19h, no auditório do IFTM Campus Uberaba e contou com a presença do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação do IFTM, Prof.Dr. Humberto Marcondes Estevam; do diretor geral do IFTM Campus Uberaba, Rodrigo Afonso Leitão; do diretor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação do IFTM, Prof.Dr. Carlos Antônio Alvarenga Gonçalves; do coordenador geral de Pós-Graduação do IFTM; Prof.Dr. Américo Iorio Ciociola Júnior e do professor convidado do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo – IFSP - Campus Matão, Prof.Dr. Aristeu Gomes Tininis, que ministrou palestra com o tema “A importância da Inovação Tecnológica na Pós-Graduação”.

Em seu pronunciamento, o pró-reitor Humberto Estevam destacou a importância das pesquisas, reforçando sua função de buscar por respostas, por novas investigações e novos valores para a educação.

O diretor Rodrigo Leitão destacou que o SIMPÓS vem recebendo, em cada nova edição, mais trabalhos e que a qualidade deles também vem aumentando. Aproveitou o momento para lembrar que a comunidade acadêmica deve estar atenta às mudanças na ciência, tecnologia e educação brasileiras.

O palestrante da noite, Prof. Aristeu Tininis, discorreu sobre diversas formas de se conseguir recursos para o desenvolvimento/aprimoramento de pesquisas nas Universidades e Institutos Federais. Apontou como um possível e importante caminho, a realização de parcerias com empresas, nas quais ambos os lados ganham. Também contou um pouco sobre sua atuação na Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), onde trabalhou com Incentivos Fiscais.

Na manhã do dia 11, ocorreram seminários e mesas redondas com diversos temas: Gastronomia Molecular; Gênero, violência e educação; Pesquisa e Inovação nos cursos de Mestrado Profissional; Tecnologias de Tratamento de Efluentes; dentre outros.

À tarde, alunos de cursos de Pós-Graduação do IFTM, da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), da Universidade de Uberaba (UNIUBE) e do Centro Universitário do Planalto de Araxá (UNIARAXÁ) fizeram apresentação de pôsteres para a comunidade interna e externa e também para avaliadores.

Nesta terceira edição do SIMPÓS, foram inscritos aproximadamente 160 trabalhos, organizados nas seguintes áreas: Educação, Computação, Gestão Empresarial e Gestão de Negócios, Ciência e Tecnologia de Alimentos, Meio Ambiente e Produção Vegetal.

Para Núbia Nogueira, aluna do Mestrado Profissional em Educação Tecnológica do IFTM Campus Uberaba, o SIMPÓS foi sua primeira experiência de apresentação: “eu não tinha essa prática. Agora estou começando a melhorar o meu currículo e essa é uma oportunidade. O SIMPÓS também proporciona um momento de integração entre discentes, docentes e técnicos administrativos”. Perguntada sobre seu projeto de pesquisa, ela complementa: “meu projeto trata da contribuição da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica na formação da identidade do discente aqui em Uberaba. O objetivo geral é saber, por exemplo, se as instituições da Rede Federal estão colaborando, junto aos alunos, em relação a questões como: os discentes estão se formando de maneira consciente e preparada para ingresso no mercado de trabalho? Os cursos estão gerando as competências necessárias e específicas de acordo com o estabelecido pelo Ministério da Educação? Existem várias pesquisas que traçam o perfil dos docentes, então, achei interessante fazer o inverso, verificar o perfil dos alunos.

Camila de Paula Teixeira, aluna de pós-graduação Lato Sensu em Ciências Ambientais do IFTM Campus tuiutaba, também participou do SIMPÓS pela primeira vez: “estou achando legal o evento, pois ele permite a gente conhecer outras linhas de pesquisa, ampliar o leque de conhecimento. Não é porque eu sou da área de meio ambiente que não posso integrá-la a outras áreas. Tudo é multidisciplinar. Aqui também a gente consegue fechar parcerias para outras pesquisas. Trouxe para o SIMPÓS o meu trabalho, que trata dos impactos ambientais causados por pequenas centrais hidrelétricas em comunidades de aves, ave-fauna. Minha proposta é analisar os instrumentos que são feitos para avaliar impactos e propor medidas para que os impacto não causem danos às aves do lugar”.

O aluno Saulo Damasceno Borges, da pós-graduação Lato Sensu em Análise e Desenvolvimento de Sistemas aplicados à Gestão Empresarial do IFTM Campus Uberlândia Centro, declara que o simpósio foi um pontapé inicial em sua pesquisa: “o tema do meu projeto está relacionado com qualidade de código-fonte, uma vez que faz parte da área de Sistemas de Informação. Esse tema tem a ver com a área de pesquisa na qual meu orientador já atua. Vamos escrever um artigo sobre o assunto para submeter a um congresso brasileiro. Assim, o SIMPÓS foi uma prévia dessa pesquisa que pretendo continuar desenvolvendo. Além disso, achei muito válido vir para Uberaba e conhecer o campus. Fiquei surpreso com a quantidade de trabalhos expostos, não só na área de Sistemas de Informação, mas também em outras áreas, como agricultura, alimentos, educação. Conheci diferentes pessoas e, mesmo sendo apenas um dia, houve troca de experiências. Eu recomendo a todos que participem. Não é difícil. No meu caso, também foi legal porque vale como Trabalho de Conclusão de Curso”.



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