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Carro-robô criado e programado por alunos do Udicentro pronto para o resgate no domingo

Equipe do Campus busca bom resultado na etapa estadual da Olimpíada Brasileira de Robótica 2018

  • Por IFTM Campus Uberlândia Centro
  • Publicado em 15/09/2018 às 10:01
  • Última modificação 14/09/2018 às 10:47
Competição de robótica é disputada pelos chamados robôs seguidores de linha, que devem identificar uma marcação no chão e percorrer o trajeto
Competição de robótica é disputada pelos chamados robôs seguidores de linha, que devem identificar uma marcação no chão e percorrer o trajeto
Crédito: Guilherme Brasil/ IFTM Udicentro

Uma vítima precisa urgentemente de resgate e o responsável por prestar o auxílio é um robô criado e programado por humanos. Calma! Não é o enredo de mais um filme Exterminador do Futuro, mas a meta da etapa estadual da Olimpíada Brasileira de Robótica 2018. No próximo domingo, dia 16/09, a cidade de Divinópolis recebe as equipes mineiras vindas em busca de uma vaga na etapa nacional. Entre elas, está a equipe do IFTM Campus Uberlândia Centro.

Formada por quatro alunos do nível Médio Integrado ao Técnico do Campus, a equipe conseguiu sua classificação na etapa regional, disputada em julho, na cidade de Uberaba. Foi a primeira participação do Udicentro na competição, por isso a classificação para a etapa estadual teve um sabor ainda mais especial.

A equipe conta com dois coordenadores, sendo um técnico, na pessoa de Samuel Oliveira Serqueira, aluno do curso de Licenciatura em Computação, e um administrativo, que fica a cargo de Hutson Roger Silva, também aluno do curso de Licenciatura. Para Samuel, que vem orientando os estudantes da equipe e, nos últimos dias, tem treinado com eles todas as tardes, a etapa estadual reserva um grau de dificuldade elevado, mas a preparação está indo bem.

“Como se classificam os melhores do estado, a concorrência fica maior, por isso fica mais difícil. Eu acredito que dá para classificar para a nacional.  Os meninos estão bem preparados para entender e desenvolver o programa, como também para entender como o carro funciona e consertar o veículo se for necessário em alguma situação. O objetivo da OBR é justamente prepará-los para uma situação de necessidade de programação e verificação do veículo na hora. Cada percurso e etapa apresenta um tipo de dificuldade e a gente tem que adaptar a programação e o carro para cada situação”, afirma Samuel.

O grupo que se classificou para a etapa estadual conta com os alunos do Curso Técnico Integrado de Computação Gráfica Adriano Robson Pereira Júnior, Gabrielle Lino Silva, Aliny Lara Almeida Ferreira e Eduarda Rodrigues Silva. As equipes participantes foram montadas durante as Oficinas do Conhecimento no Campus, que no segundo trimestre ofereceu oficinas de robótica ministradas por alunos do curso de Licenciatura em Computação. Os professores coordenadores das atividades são Kenedy Lopes Nogueira e Walteno Martins Parreira Júnior.

Durante a competição, a equipe deve programar o robô para percorrer a pista apresentada no dia do evento. Nenhuma equipe sabe o percurso da prova antes do dia da competição. O robô, chamado de seguidor de linha, é programado para percorrer um trajeto sobre uma linha preta, mas ao longo do percurso enfrenta algumas dificuldades, como interrupções na linha, barreiras, becos sem saída e rampas. Ao fim do percurso, o robô deve resgatar uma “vítima” para finalizar sua participação. A equipe é avaliada ao longo de toda a prova e quem consegue a melhor pontuação é premiado.

As melhores equipes são classificadas para a etapa nacional, que será disputada entre 06 e 09 de novembro, em João Pessoa.

Sobre a OBR

A Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR) é uma competição tradicional, criada em 2006, que envolve alunos de escolas particulares e públicas de todo país. Dividida em fases regionais, estaduais e nacional, a competição científica é desenvolvida por níveis, de acordo com o grau de escolaridade dos integrantes das equipes, e exige conhecimento teórico e prático dos participantes.

A OBR é apoiada pelo Ministério da Educação (MEC), Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e CNPq. Além de contar com o suporte da Sociedade Brasileira de Computação (SBC) e RoboCup Federation, é coordenada de forma voluntária por um grupo composto por cientistas e doutores na área de robótica e tecnologia de universidades públicas e particulares do Brasil.



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