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Penúltimo dia da SNCT no Campus Udicentro traz viagem pelo tempo e pelo globo

Programação contou com feira gastronômica, palestra sobre robótica e maratona de programação

  • Por IFTM Campus Uberlândia Centro
  • Publicado em 19/10/2018 às 06:00
  • Última modificação 18/10/2018 às 21:56
Penúltimo dia de SNCT teve aula de história, oficina de impressão 3D, feira gastronômica e maratona de programação
Penúltimo dia de SNCT teve aula de história, oficina de impressão 3D, feira gastronômica e maratona de programação
Crédito: Guilherme Brasil IFTM Udicentro

Ao longo desta quinta-feira (18/10), o Campus Uberlândia Centro recebeu atividades tão diversificadas que ora o participante se sentia no passado, ora se via envolto em tecnologias que serão comuns no futuro e, de quebra, ainda foi possível ter a sensação de passear por países de línguas inglesa, francesa e espanhola.

Pela manhã, por exemplo, a sala 112, no segundo andar do Campus foi totalmente decorada para a Exposição e Debate com o tema "Utopia, Arte e Política: o passado e o presente do maio de 68", sob o comando da professora Sirley Oliveira. Os participantes assistiram a um vídeo sobre o movimento de maio de 1968, na França. Esse movimento foi uma grande onda de protestos que teve início com manifestações estudantis, mas chegou a reunir diversas classes na França e agregar 9 milhões de pessoas. Durante a aula de história, os participantes debateram sobre as origens e influências do movimento e também sobre o contexto histórico da ação.

Bastava mudar de sala no Campus para se sentir, repentinamente, no futuro. Uma das oficinas desenvolvidas na programação abordou a programação e impressão 3D. Professores do Campus Paracatu, do IFTM, trouxeram três impressoras, explicaram para os participantes os princípios da impressão 3D e, claro, mostraram o funcionamento das máquinas, que encantou os participantes.

A ideia de atuar com esse tipo de tecnologia surgiu a partir do projeto social IFISI que os professores Emerson Andrade Câmara, Pedro Henrique Tomás e Márcio Silva Andrade  desenvolvem em Paracatu. No projeto, eles buscam ofertar tecnologia para crianças carentes, de 7 a 11 anos, apresentando estudos na área da impressão 3D, programação e robótica.

“As peças são modeladas em programas específicos. Depois disso, você transforma em um arquivo que pode ser lido pela impressora 3D e leva o arquivo para o fatiador, o slicer, que faz toda ‘mágica’. Você consegue, assim, transformar algo bidimensional em tridimensional”, explica o professor Márcio, que completa ressaltando a importância de trazer esse tipo de tecnologia para a academia.

“Essa área da indústria maker é muito afastada da academia e essa é uma grande preocupação que nós temos. A partir desse conceito, você manufatura e customiza seu próprio produto. Isso é uma grande tendência para o futuro e nossos alunos precisam ter acesso”, afirma Márcio.

Como se não bastasse o passeio entre passado, presente e futuro, no fim da tarde, os participantes da SNCT no Campus tiveram a chance de viajar pelo globo, na I Feira Gastronômica do Centro de Idiomas do Campus. O Centro oferece cursos de francês, espanhol e inglês e os alunos foram desafiados a trazer para a SNCT quitutes típicos de países falantes dessas línguas. No cardápio, era possível encontrar pratos da culinária australiana, americana, francesa, argentina, espanhola, entre outros.

Segundo a professora Luiza Helena Oliveira, uma das coordenadoras da feira e professora do Centro, esse tipo de atividade ajuda o estudante a desenvolver a habilidade que adquire em sala de aula.

“Eles estão vendendo os pratos falando a língua que eles estudam em sala de aula. Momentos assim são inesquecíveis e incentivam o estudante a se aprofundar ainda mais no estudo da língua estrangeira”, afirma. A feira envolveu também as professoras Thamara Freitas, de Espanhol; Samira Daura Botelho, de Inglês; e professora Lara Kuhn, de Francês.

Ao longo do dia, também foram desenvolvidas outras atividades na SNCT. A programação da Semana se encerram nesta sexta (19), com mais atividades no período da manhã e tarde, e o Brinde à Ciência, evento que marca o encerramento das atividades. Saiba mais em

Maratona de Programação

Outro evento interessante desta quinta-feira (18) foi a 4ª Maratona de Programação do Campus Uberlândia Centro. Estudantes dos cursos de Sistemas para Internet, Computação Gráfica e Licenciatura montaram equipes de três integrantes para competir e verificar quem tem mais habilidade em programação. Na Maratona, as equipes devem resolver problemas matemáticos e de lógica, utilizando linguagem de programação.

Não basta apenas dominar as linguagens de programação, mas é preciso aplicá-la em situações práticas. Um problema que pode ser apresentado nesse tipo de competição, por exemplo, é a criação de um programa que calcula automaticamente o valor de imposto de renda a ser pago por um determinado grupo de pessoas. Os programadores devem compreender a lógica do imposto, verificar variáveis e proceder com a criação do programa.

Para o professor Carlos Eduardo de Carvalho Dantas, um dos integrantes da Comissão da Maratona, esse tipo de competição ajuda a desenvolver as habilidades de programação dos alunos. “As empresas de tecnologia demandam profissionais que saibam resolver problemas e esse tipo de competição estimula que os alunos elevem seus níveis de conhecimento e habilidades”, afirma.

A cada resposta correta, a equipe que acertou recebia um balão, para mostrar que tinha conseguido. A premiação da Maratona acontece durante o Brinde à Ciência, na sexta-feira (19).



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